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lovehurtshq:

A Feira Plana é a primeira feira de publicações de editoras independentes, pequenas ou fictícias no MIS/SP. A 1ª edição acontecerá no dia 10 de março, e eu vou estar por lá com livros e posters. Apareça! www.lovehurts.com.br
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lovehurtshq:

A Feira Plana é a primeira feira de publicações de editoras independentes, pequenas ou fictícias no MIS/SP. A 1ª edição acontecerá no dia 10 de março, e eu vou estar por lá com livros e posters. Apareça! www.lovehurts.com.br

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  • 2 months ago > lovehurtshq
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\o/

murom:

]:)

theblueboxboy:

Here is a fantastic series of character art by Francesco Francavilla titled “Hellbrown”, mashing together Hellboy with the Peanuts gang.

  • 5 months ago > theblueboxboy-deactivated201304
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Tá na lama? Pai Murilo tem a solução;)

lovehurts.com.br
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Tá na lama? Pai Murilo tem a solução;)

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  • 6 months ago > murom
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Caramba. Foram três convenções na sequência: NY Comic-Con, FestComix e Gibicon. E eu que achei que tinha ficado cansado depois da Comic-Con de San Diego. Acho que vou hibernar por uma semana, pelo menos.
Obrigado DE NOVO, pra todo mundo que curtiu o livro, a página, que retuitou, que comentou, que apareceu pra dar oi, que não conseguiu ir mas mandou good vibes. E um obrigado especial aos amigos por continuarem meus amigos apesar de eu não aparecer mais nos aniversários/batizados/casamentos/eventos em geral.
Obrigado a todos vocês, de coração.
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Caramba. Foram três convenções na sequência: NY Comic-Con, FestComix e Gibicon. E eu que achei que tinha ficado cansado depois da Comic-Con de San Diego. Acho que vou hibernar por uma semana, pelo menos.

Obrigado DE NOVO, pra todo mundo que curtiu o livro, a página, que retuitou, que comentou, que apareceu pra dar oi, que não conseguiu ir mas mandou good vibes. E um obrigado especial aos amigos por continuarem meus amigos apesar de eu não aparecer mais nos aniversários/batizados/casamentos/eventos em geral.

Obrigado a todos vocês, de coração.

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  • 6 months ago > murom
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A LoveHurts já está em Curitiba! Em mais uma etapa da LoveHurts World Tour, o livro-zine que está partindo corações pelo mundo veio pra Gibicon, a Convenção Internacional de Quadrinhos de Curitiba. 
Estou autografando todos os dias no stand da Itiban/Pandemônio. Apareça por lá! Se ainda não conhece, saiba mais sobre a LoveHurts.
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A LoveHurts já está em Curitiba! Em mais uma etapa da LoveHurts World Tour, o livro-zine que está partindo corações pelo mundo veio pra Gibicon, a Convenção Internacional de Quadrinhos de Curitiba. 

Estou autografando todos os dias no stand da Itiban/Pandemônio. Apareça por lá! Se ainda não conhece, saiba mais sobre a LoveHurts.

  • 6 months ago > murom
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Amanhã é o último dia da FestComix - e o último dia pra você ter sua LoveHurts autografada e posters exclusivos a preços super inclusivos;)
Eu vou estar na mesa da LoveHurts (no stand dos independentes), das 10 da manhã às 6 da tarde, e receberei a visita dos ilustres amigos Gabriel Bá e Fabio Moon, que vão assinar por lá a partir das 2 da tarde. Apareça!
Rua Luis Coelho, 323 - metrô consolação - das 10h as 18h
facebook.com/lovehurtsHQ
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Amanhã é o último dia da FestComix - e o último dia pra você ter sua LoveHurts autografada e posters exclusivos a preços super inclusivos;)

Eu vou estar na mesa da LoveHurts (no stand dos independentes), das 10 da manhã às 6 da tarde, e receberei a visita dos ilustres amigos Gabriel Bá e Fabio Moon, que vão assinar por lá a partir das 2 da tarde. Apareça!

Rua Luis Coelho, 323 - metrô consolação - das 10h as 18h

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  • 7 months ago
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Passou tão rápido. Algumas fotos da New York Comic-Con você encontra aqui, no blog em inglês.
murom:

Thank you, #NYCC
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Passou tão rápido. Algumas fotos da New York Comic-Con você encontra aqui, no blog em inglês.

murom:

Thank you, #NYCC

  • 7 months ago > murom
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E lá vou eu de novo.
Wish me luck;)
murom:

Yay! I’m bringing my book to another convention! Now It’s time to go to New York Comic Con. I will be on the Artist Alley - BOOTH Z11 with my brazilian-superstar-friends Gustavo Duarte and Rafael Albuquerque. Come on visit us and discover LoveHurts, the comic book that’s breaking hearts of a generation;)
(And if you’re not going to NYCC this year, don’t forget that Khepri Comics is now shipping LoveHurts worldwide!)
</3 
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E lá vou eu de novo.

Wish me luck;)

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Yay! I’m bringing my book to another convention! Now It’s time to go to New York Comic Con. I will be on the Artist Alley - BOOTH Z11 with my brazilian-superstar-friends Gustavo Duarte and Rafael Albuquerque. Come on visit us and discover LoveHurts, the comic book that’s breaking hearts of a generation;)

(And if you’re not going to NYCC this year, don’t forget that Khepri Comics is now shipping LoveHurts worldwide!)


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  • 7 months ago > murom
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As aventuras de um quadrinista independente na Comic-Con - Parte 2

Daqui a pouco eu vou pra outra convenção (a NY Comic-Con), então resolvi tomar vergonha fazer uma segunda parte DESTE POST sobre a Comic-Con de San Diego.

Como tentei ficar o máximo de tempo possível no stand, mostrando e vendendo a LoveHurts, não tive muito tempo pra ficar circulando pela convenção. Mas nos poucos momentos que eu consegui escapar, consegui comprar algumas coisas muito legais. Tipo esse incrível Art Book* da história que eu mais gosto do Demolidor, chamada Born Again (dica do Fábio), com roteiro do Frank Miller e arte do David Mazzucchelli. E o Louis Riel, do Chester Brown, que eu estava a fim faz tempo.

Tirei foto dos dois juntos pra dar idéia do TAMANHO do Art Book. Ele tem os scans de todas as páginas originais da história, sem as cores, além de uns desenhos mais recentes do Mazzuchelli. É legal demais, nunca vi nada parecido. 

Outra coisa muito bacana que acontece nas convenções é que outros artistas muitas vezes dão ou trocam livros com você. Foi assim que eu ganhei o lindo From the Vault, do Mike Mignola, o engraçado Crush All Hu-Mans, do R Stevens, o assustador Black Church, do Andy Belanger e o incrível The Underwater Welder, do Jeff Lemire. 

Fiquei especialmente impressionado com The Underwater Welder. Foi seguramente uma das melhores HQs que eu li esse ano. 

***

Por hoje é isso, porque daqui a pouco embarco pra levar a LoveHurts pra mais uma convenção. Um dia desses eu faço uma terceira parte, se eu conseguir;)

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  • 7 months ago
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Eu gosto quando leio entrevistas mais longas, por isso fiquei bem feliz em responder algumas perguntas pra Fabiane Secches no Danger!.  
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Eu gosto quando leio entrevistas mais longas, por isso fiquei bem feliz em responder algumas perguntas pra Fabiane Secches no Danger!.  

  • 7 months ago
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As aventuras de um quadrinista independente na Comic-Con - Parte 1


Agora sim. Quase um mês depois e já plenamente recuperado, dá pra contar um pouco da minha experiência de levar uma HQ pra San Diego Comic-Con (SDCC).

Primeiro, uma geral pra quem não sabe: a Comic-Con, que começou como uma convenção de quadrinhos, hoje é uma das maiores e mais importantes feiras de entretenimento dos EUA (e, portanto, do mundo) - os quadrinhos ainda estão fortemente presentes, embora nos últimos anos tenham perdido espaço para filmes, séries e games. 




Essa foi a minha segunda Comic-Con. Eu queria ter levado a LoveHurts em 2011, mas alguns contratempos me impediram de terminá-la a tempo. Acabei indo pra San Diego sem livro, mas no fim tudo deu certo e lancei a LoveHurts meses depois, na Rio Comicon de 2011.

Então, com um ano de atraso, lá fui eu com meu livro.




A maratona é pesada, principalmente pra um autor independente: traduzir, pedir socorro pros amigos pra melhorar a tradução, revisar, imprimir, brigar com a gráfica, RE-imprimir, enviar livros, viajar 12 horas, carregar livros, montar estande, conversar com as pessoas, comer alguma coisa na hora do almoço rapidinho, levar livros para uns editores, (eventualmente) vender, fechar as contas, jantar, dormir… e começar tudo de novo, repetir a rotina por 5 dias, desmontar estande no final, viajar de volta… precisei de umas boas quatro noites bem dormidas pra me recuperar.




Nas poucas vezes que eu dei uma volta pelo evento (pra encontrar algum artista ou deixar um livro com um editor), deu pra ver que o nosso estande (ou “booth”, como eles dizem lá) ficava num lugar muito bacana, com bastante trânsito e não muito longe da parte central da feira - isso faz muita diferença pra ser notado pelo público, porque os quadrinhos estão sendo “empurrados” cada vez mais para as laterais (os blockbusters dominam o centro).






Estar acompanhado de gente tão experiente como o Fábio e o Gabriel (há 16 anos seguidos eles vão pra lá), e dividir o stand com eles e com a Jill Thompson, Becky Cloonan, Andy Belanger e Rafael Albuquerque ajudou muito. Tentei ficar o máximo de tempo possível por lá, conversar com as pessoas sobre o livro, receber elogios e críticas, conhecer artistas e editores - rotina de convenção que estou começando a entender. No fim das contas, a parte de quadrinhos da Comic-Con não é tão diferente de outras que eu fui aqui no Brasil, como a Rio Comicon e a FIQ (tá, só que numa escala muuuuito maior;)



Vale a pena? Acho que vale, mas é preciso pensar o que exatamente significa esse “valer a pena”. Se eu fosse pensar só financeiramente, não valeria. O shipping que eu paguei pra mandar livros, por exemplo, quase empata o que eu ganhei de vendas. E ainda tem custos da viagem, do hotel, do estande… no fim das contas, eu gastei quase umas 4 vezes o que vendi. Definitivamente não é uma brincadeira barata.

Foi uma aposta, na verdade. Não dava pra saber o que ia acontecer - se as pessoas iam gostar, se eu ia vender livros, se editores iam me receber. No fim das contas, deu tudo certo. Deixei o livro em várias editoras que eu gosto, e conheci alguns editores e artistas que eu definitivamente não conseguiria estando no Brasil; como aconteceu nas convenções daqui, várias pessoas voltaram e comentaram sobre uma ou outra história que gostaram mais, então pude ver que minha HQ meio estranha também faz sentido em outra língua (eu estava super preocupado com a tradução).



Fiquei bem feliz também de ter meu livro na Tr!ckster, outro evento super legal que rola fora do centro de convenções. Esse evento é centrado em independentes, principalmente quadrinhos, e é aberto ao público - não precisa de badge como a SDCC. Só sinto não ter podido participar muito porque na maioria das noites pós-Comic-Con eu estava completamente sem bateria. Mas vendi alguns livros lá. Espero que o evento tenha sido bom pra eles (parece que foi), é uma iniciativa muito bacana.




Sou novo nessa história de ser um “autor de quadrinhos”. Não consigo julgar se a Comic-Con de San Diego ainda é o melhor lugar para os novos quadrinistas mostrarem seus trabalhos. O que eu sei é que plantei várias sementes por lá - algumas lojas já estão até vendendo meu livro, inclusive uma loja online super bacana que vende pro mundo todo. Então minha impressão foi muito boa. Agora é preciso continuar trabalhando e esperar um tempo, pra ver no que vai dar.

Agora chega de escrever porque eu preciso desenhar.

/ / /


ps.: as HQs que eu trouxe de lá, entrevistas e outras curiosidades ficam pra um próximo post, porque esse ficou gigante;)

  • 7 months ago
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Old School: nanquim e pincel tigre;)
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Old School: nanquim e pincel tigre;)

  • 7 months ago
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Não aguento mais esperar pelo Moonrise Kingdom. Que bacana é esse mini-curta com o Jason Schwartzman…

  • 7 months ago
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Ninguém sai ileso de uma conversa com o Lourenço Mutarelli.

  • 7 months ago
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&#8220;Um ano atrás&#8221;, texto sobre o fim do REM e uma página da LoveHurts.Na Confeitaria, uma revista independente super bacana. Vai lá ver;)
/ / /&#8220;Terminei uma página trabalhosa da história que eu estava desenhando e fui passear um pouco pela internet. Me arrependi em seguida, porque fui cair numa página da NME que perfurou meu coração com a manchete: REM split up after 31 years.
Até hoje tenho um pouco de vergonha do sentimento que me bateu quando li essa notícia. Segurando as lágrimas (Sério? Sério. Desculpa aí se você nunca amou uma banda como se eles fossem seus amigos de infância. Eu amava), ia pulando de site em site até chegar na página oficial dos caras, só pra ter a dolorosa certeza: o REM decidiu que, pra eles, deu.
Na época eu nem entendi muito bem esse sentimento todo que me bateu, mas hoje sei o principal motivo: fiquei instantaneamente velho. Como se tivesse entrado numa máquina do tempo ao ouvir Orange Crush pela primeira vez e fosse cuspido aqui, nessa terra inóspita, onde discos não fazem mais sentido algum e as bandas que fazem sentido acabam de repente.
Shit! Everybody Hurts! Eu já devia saber, né? Já faz um ano, e ainda dói.
A única coisa que fez algum sentido naquela hora foi voltar pra prancheta. Parei a historia que eu estava desenhando, e comecei uma outra, meio sem roteiro (um dos principais erros que você pode cometer quando quer fazer uma história em quadrinhos, eu sei. Mas eu estava triste, me dei um desconto). Me lembrei dos discos, das épocas, das pessoas. Por algum motivo, isso me ajudou a tirar aquela horrível impressão de que &#8220;o tempo passou e você não conseguiu fazer um monte de coisas que sonhava&#8221;, tipo uma letra que possuísse ao menos uma fração da poesia de E-Bow the Letter. Ou uma melodia FODA como a de Talk About the Passion. 
Comecei fazendo esse desenho, que na verdade virou o último quadro da história nascida desse pequeno surto-nostálgico-emotivo. Na época eu tinha dúvidas se ia colocá-la no livro. Hoje eu li de novo, e não senti vergonha. Pelo menos alguma coisa bonita eu consegui fazer.&#8221;
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“Um ano atrás”, texto sobre o fim do REM e uma página da LoveHurts.
Na Confeitaria, uma revista independente super bacana. Vai lá ver;)


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“Terminei uma página trabalhosa da história que eu estava desenhando e fui passear um pouco pela internet. Me arrependi em seguida, porque fui cair numa página da NME que perfurou meu coração com a manchete: REM split up after 31 years.

Até hoje tenho um pouco de vergonha do sentimento que me bateu quando li essa notícia. Segurando as lágrimas (Sério? Sério. Desculpa aí se você nunca amou uma banda como se eles fossem seus amigos de infância. Eu amava), ia pulando de site em site até chegar na página oficial dos caras, só pra ter a dolorosa certeza: o REM decidiu que, pra eles, deu.

Na época eu nem entendi muito bem esse sentimento todo que me bateu, mas hoje sei o principal motivo: fiquei instantaneamente velho. Como se tivesse entrado numa máquina do tempo ao ouvir Orange Crush pela primeira vez e fosse cuspido aqui, nessa terra inóspita, onde discos não fazem mais sentido algum e as bandas que fazem sentido acabam de repente.

Shit! Everybody Hurts! Eu já devia saber, né? Já faz um ano, e ainda dói.

A única coisa que fez algum sentido naquela hora foi voltar pra prancheta. Parei a historia que eu estava desenhando, e comecei uma outra, meio sem roteiro (um dos principais erros que você pode cometer quando quer fazer uma história em quadrinhos, eu sei. Mas eu estava triste, me dei um desconto). Me lembrei dos discos, das épocas, das pessoas. Por algum motivo, isso me ajudou a tirar aquela horrível impressão de que “o tempo passou e você não conseguiu fazer um monte de coisas que sonhava”, tipo uma letra que possuísse ao menos uma fração da poesia de E-Bow the Letter. Ou uma melodia FODA como a de Talk About the Passion. 

Comecei fazendo esse desenho, que na verdade virou o último quadro da história nascida desse pequeno surto-nostálgico-emotivo. Na época eu tinha dúvidas se ia colocá-la no livro. Hoje eu li de novo, e não senti vergonha. Pelo menos alguma coisa bonita eu consegui fazer.”

    • #REM
    • #R.E.M.
    • #Confeitaria
  • 8 months ago
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Oi, meu nome é Murilo e eu trago seu amor de volta em até 7 dias com o poder das histórias em quadrinhos.

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